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5 tipos de alimentos para incluir na rotina e ter uma vida mais saudável

Essa transição envolve olhar para a comida de modo ampliado: comer não apenas para matar a fome, mas para obter prazer aliado ao cuidado com a saúde.

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Clica Viver BemO novo canal de saúde, bem-estar e beleza do Clica Luzilândia.

21/10/2020 18h57
Por: Edição Paula Andréas
Fonte: MSN
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© Banco de Imagens | Bigstock
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O contato das pessoas com a alimentação ficou mais próximo nos últimos meses, pois, com o isolamento social, muita gente resolveu se aventurar na cozinha e incorporou mudanças significativas no dia a dia. Foi neste período que um importante debate veio à tona: como ter mais qualidade de vida e escolher melhor o que comemos?

Para Elisa Yumi, nutricionista aprimorada em transtornos alimentares pela USP e especializada em atendimento ambulatorial pela Unicamp, adquirir consciência significa se conectar com as necessidades do corpo.

“A autonomia alimentar é não ter que seguir regras rígidas sobre o que comer, mas se adaptar da melhor forma possível de acordo com as variações cotidianas”, diz.

Se percebermos o que nosso organismo precisa, não há necessidade de um controle externo, como uma dieta restritiva. De acordo com Elisa, dessa forma, sabemos o que precisamos comer intuitivamente. “Com a pressão pessoal e social, acabamos nos distanciando dessa conexão. Quando a consciência é estabelecida e um olhar de compaixão para alimentação é criado, as escolhas são consequência e espontâneas”, reflete.

A busca pela saúde passa pela chamada transição alimentar ou nutricional, que, como explica a especialista, se refere originalmente à mudança do padrão de alimentação de uma população, à alteração do perfil nutricional dos indivíduos e ao estudo dos fatores relacionados a elas.

“Individualmente, a transição alimentar se refere a mudanças nas escolhas alimentares, motivadas pelo objetivo de ter mais saúde, por meio de maior proximidade do ato de comer, em todas as suas dimensões”, pontua.

Essa transição envolve olhar para a comida de modo ampliado: comer não apenas para matar a fome, mas para obter prazer aliado ao cuidado com a saúde.

Liderar a real transição alimentar e levar produtos de qualidade com preços acessíveis a todos é o grande intuito do Act For Food, movimento global criado pelo Carrefour.

A empresa busca, assim, aproximar o consumidor final aos produtores locais, mostrando a importância de saber qual a origem dos alimentos que estão presentes nas mesas das famílias.

Para ajudar quem quer aprender mais e iniciar a transição alimentar, a nutricionista listou alguns tipos de alimentos com nutrientes que não podem faltar na sua rotina para uma vida mais saudável e consciente. Confira abaixo:

Frutas

As frutas apresentam teor elevado de água, fibras, vitaminas e minerais*. Contribuem para a saciedade, funcionamento intestinal e melhor controle da glicemia e colesterol. Podem ser inseridas em lanches intermediários, como sobremesas e mesmo em receitas salgadas ao equilibrar, por exemplo, saladas amargas ou carnes gordurosas.

*Vitaminas e minerais são considerados micronutrientes reguladores, isto é, quando em quantidades adequadas favorecem o metabolismo saudável.

Cereais

Os cereais, como arroz, aveia e milho, são alimentos fontes de carboidrato, atualmente vistos equivocadamente como “vilões”. São essenciais por fornecerem energia e nas versões integrais possuem elevados teores de fibras, vitaminas e minerais.

Legumes e Verduras

Assim como as frutas, legumes e verduras são fontes de fibras, água, vitaminas e minerais. Contribuem para a saciedade, funcionamento intestinal, e controle da glicemia e colesterol. É importante ir para além da tradicional salada de alface e tomate, investindo em preparações variadas e com combinações de sabores, incluindo temperos naturais e diversificar os métodos de preparação: refogar, assar, grelhar e cozinhar.

Leguminosas

Fontes de proteína vegetal, as leguminosas como os feijões são fundamentais para a composição dos músculos e diversas outras funções, como hormonal e defesa por meio de anticorpos.

Água

A água é o meio para a ocorrência de muitas reações químicas no corpo. A desidratação está relacionada com dores de cabeça, cansado e intestino preso, além de poder ser confundida com fome.

Como incorporar mudanças no dia a dia

A motivação para a mudança é o principal impulsionador para iniciar uma transição alimentar. Para quem ainda não tem proximidade com uma rotina de autocuidado, geralmente, alterações em exames ou diagnósticos são fatores primordiais para melhorar o estilo de vida, incluindo hábitos alimentares e exercícios físicos.

Se você planeja incorporar a transição alimentar, é fundamental ter em mente que é realmente um processo e que pequenas mudanças mantidas no cotidiano são mais importantes do que se transformar radicalmente.

“Pode-se pensar, inicialmente, em uma ou duas novidades, como aumentar a frequência de frutas de três vezes na semana para cinco, pois faz você se sentir melhor, assim como reduzir o fast food para uma vez na semana e cozinhar mais em casa”, sugere Elisa.

O essencial é ter entendimento de que não há milagres ou regras fixas, mas sim, alterações que fazem cada um se sentir bem de diferentes formas. “É fundamental ouvir os sinais do corpo, como respeitar a fome e a saciedade, assim como entender e satisfazer as vontades de modo consciente, já que corpo e mente estão integrados”, acrescenta a especialista.

Caso as pequenas mudanças não deem certo, a pessoa deve procurar entender o porquê não foram atingidas, tentar mais uma vez ou rever as metas. “É importante um diálogo constante com o nosso próprio corpo”, ressalta.

Saúde significa ter relações saudáveis com os outros e consigo mesmo, e ainda cuidar da saúde mental, seja por meio de psicoterapia ou por práticas, como atividades físicas. Neste sentido, ter rotina ajuda na obtenção de todos os benefícios desse processo, pois algo recorrente exige menor energia para adaptação do corpo.

Movimento Act For Food

Se você quer conhecer mais sobre transição alimentar e adotar um estilo de vida saudável, é importante ter cuidado com algumas questões na hora das compras. Isto é, verificar a origem dos produtos e todo o caminho que eles passam para chegar até a sua mesa, além de analisar a quantidade de agrotóxicos.

Assim como parte das pessoas, o Grupo Carrefour preza por essa maior consciência sobre alimentação e saúde. Por isso, construiu o movimento Act For Food, no qual há iniciativas concretas para levar o que há de mais positivo ao alcance de todos.

E como isso acontece? Por meio da promoção de uma alimentação saudável e a possibilidade de saber de onde vem cada produto que está no prato das famílias. Para tanto, a rede tem parceria com milhares de pequenos produtores, que fornecem alimentos in natura, ou seja, livres dos resíduos de agrotóxicos.

Para garantir a qualidade do que é oferecido aos clientes, o Carrefour é um dos supermercados que adere ao programa RAMA – Rastreabilidade e Monitoramento de Alimentos, criado pela Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), em parceria com suas Associações Estaduais.

A iniciativa tem como intuito estimular as boas práticas agrícolas e assegurar que os melhores vegetais cheguem ao consumidor final. No caso do Carrefour, ele tem acesso a todo o caminho percorrido pelos alimentos, desde o seu plantio até o transporte e chegada às lojas.

Ademais, 100% das frutas, verduras e legumes frescos vendidos nos supermercados da rede e também os da marca própria, Sabor & Qualidade, são monitorados e seguros em relação ao uso de pesticidas. A partir do apoio do RAMA, caso haja qualquer problema com um item comercializado nas lojas, o fornecedor é acionado no mesmo momento para que sua produção seja analisada e os padrões reestabelecidos.

A ideia do movimento Act For Food é liderar a real transição alimentar, com o consumo de alimentos de maior qualidade, seguros, produzidos com responsabilidade socioambiental e preços acessíveis, desmistificando o senso comum de que para comer melhor é preciso gastar mais dinheiro.

Os serviços permitem ao consumidor ter novos hábitos no dia a dia de forma descomplicada, onde e quando quiser, ao romper barreiras da falta de informação e facilitar o acesso aos ingredientes, além de promover e respeitar as regionalidades do Brasil. Confira o manifesto do Act For Food.

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