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Procura familiares

Aos 70 anos, idosa procura família biológica no interior de Luzilândia

Dona Elisa Maria deixou a casa da família ainda criança, devido a problemas financeiros, na época seus pais eram muito humildes. Desde então, perdeu totalmente o contato com todos os parentes.

21/05/2019 22h20Atualizado há 4 semanas
Por: Edição Paula Andréas
Fonte: Clica Luzilândia
Doa Elisa Maria
Doa Elisa Maria

A empregada doméstica Elisa Maria Ferreira Pinto, de 70 anos, deixou a casa da família ainda criança, devido a problemas financeiros, na época seus pais eram muito humildes. Desde então, perdeu totalmente o contato com todos os parentes, que moravam no interior do município de Luzilândia. Após décadas, sem notícias e vivendo a dor da saudade, o filho e a nora de Dona Elisa, que atualmente mora em Fortaleza, decidiram procurar os familiares da luzilandense.

Dona Elisa, conta que saiu de casa ainda criança, na época ela foi adotada pelo Prefeito de Batalha, Antônio Machado Melo, e sua esposa, que não tinham filhos. Após meses de convivência, a criança não quis ficar com essa família e voltou para casa. Aos 11 anos, Dona Elisa é dada novamente pelos pais para ser babá do filho de um casal que trabalhava na Marinha. Com eles, ela morou em Fortaleza, Rio de Janeiro e adolescente, ainda, saiu da casa dessa família e trabalhou em várias casas como domestica. Hoje, Dona Elisa mora e trabalha na casa dos patrões e é considerada parte da família. Eles ajudaram a luzilandense a criar e educar seu filho.

Dona Elisa nasceu em 1949, está prestes a completar 70 anos. O tempo apagou da memória alguns detalhes de sua história. Ela não lembra, por exemplo, o nome da localidade em que os pais viviam. Mas recorda dos traços dos pais: O pai dela se chamava José Ambrósio Ferreira, homem branco de olhos claros; sua mãe se chamava Maria Amélia Ferreira Pinto, uma morena bonita, cabelos lisos, parecia uma índia. Ela lembra também do nome de três de seus  irmãos: a mais velha Maria (que era chamada de Nenê), Raimundo e Francisco.

A Nora de Dona Elisa diz que ela sempre conta as histórias de sua infância, e sempre teve vontade de reencontrar sua gente. “Ela não comemora nem Natal e nem Ano Novo, ela fica rezando, triste, pensando neles”, lembra. Sensibilizados, a nora resolveu usar a tecnologia a seu favor, e procurou o Site para tentar realizar o sonho da sogra de reencontrar seus familiares.

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