Quarta, 24 de abril de 2019
86 99956-1389
Educação

10/04/2019 ás 19h51 - atualizada em 11/04/2019 ás 09h51

24

Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Aos 24 dias de greve, professores da Uespi fazem protesto no Centro de Teresina
Eles seguiram da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) até o Palácio de Karnak para tentar uma nova conversa com o governo do estado.
Aos 24 dias de greve, professores da Uespi fazem protesto no Centro de Teresina
Foto:GP1

Professores, diretores de campus e estudantes da Universidade Estadual do Piauí realizaram nesta quarta-feira (10) um protesto intitulado “Marcha em defesa da Uespi, a Uespi se nega a morrer”. Aos 24 dias de greve, eles seguiram da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) até o Palácio de Karnak para tentar uma nova conversa com o governo do estado.





O protesto teve início às 9h30 diante da Alepi, onde o grupo pediu apoio aos deputados estaduais em defesa da instituição. Em seguida, os manifestantes seguiram pela Avenida Frei Serafim em direção à sede do governo, onde uma comissão foi recebida por volta de meio-dia pelo secretário de governo, Osmar Júnior.






 

Ato no portão do Palácio de Karnak cita problemas na Uespi.  — Foto: Gilcilene Araújo/G1Ato no portão do Palácio de Karnak cita problemas na Uespi.  — Foto: Gilcilene Araújo/G1

Ato no portão do Palácio de Karnak cita problemas na Uespi. — Foto: Gilcilene Araújo/G1





Esta não é a primeira vez que o grupo se reúne com representantes do executivo estadual em busca de melhorias para a instituição. Segundo a coordenadora geral da Associação dos Docentes da Uespi (Adcesp), Rosângela Assunção, o que os professores pretendem é firmar um acordo em definitivo.






 


“As propostas feitas pelo governo foram aceitas pela categoria, mas queremos ampliar o que foi decidido e fazer um acordo formal. Nosso protesto passou pela Avenida Frei Serafim apresentando os campi do interior e suas demandas, chamando a sociedade para os problemas, porque o governador não entendeu que a Uespi não está bem”, disse ela.




Segundo ela, os maiores problemas são estruturais, como a falta de laboratórios, campis não concluídos, ausência de bolsas para alunos que fazem pesquisas e, principalmente, a falta de professores.






 

Grupo seguiu até o Palácio de Karnak.  — Foto: Gilcilene Araújo/G1Grupo seguiu até o Palácio de Karnak.  — Foto: Gilcilene Araújo/G1

Grupo seguiu até o Palácio de Karnak. — Foto: Gilcilene Araújo/G1





“Isso é o mais grave, porque sem eles não tem nem como o aluno ter aulas. Queremos que a Uespi funcione na pesquisa, ensino e extensão”, declarou.





Em nota, a administração da Uespi informou que nos 24 dias de greve, a administração esteve em diálogo com as categorias docente e estudantil e tem se esforçado para intermediar o diálogo com o governo.


Fonte:G1/Piauí




Manifestantes se reuniram com secretário Osmar Júnior.  — Foto: Divulgação/AdcespManifestantes se reuniram com secretário Osmar Júnior.  — Foto: Divulgação/Adcesp



O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos o direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou com palavras ofensivas. A qualquer tempo, poderemos cancelar o sistema de comentários sem necessidade de nenhum aviso prévio aos usuários e/ou a terceiros.
Comentários

0 comentários

Veja também
Facebook
© Copyright 2019 :: Todos os direitos reservados
Site desenvolvido pela Lenium