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Na UFPI

Seminário reúne centenas de pessoas para discutir agroecologia no Piauí

O evento, que teve como tema “Agroecologia: do rural ao urbano, quem são os sujeitos?” teve como objetivo debater e identificar as experiências e os sujeitos que hoje constroem a Agroecologia no Piauí.

24/11/2018 23h04
Por: Edição Paula Andréas

Teresina sediou a 4ª edição do Seminário Piauiense de Agroecologia, que aconteceu entre os dias 20 e 22, na Universidade Federal do Piauí (UFPI). O evento, que teve como tema “Agroecologia: do rural ao urbano, quem são os sujeitos?” teve como objetivo debater e identificar as experiências e os sujeitos   que hoje constroem a Agroecologia no Piauí.

O evento é realizado pela Comissão da Produção Orgânica no Estado do Piauí (CPOrg/PI), Universidade Federal do Piauí e a Comissão Municipal de Agroecologia e Produção Orgânica de Teresina (CMapo), com apoio do Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido e outras instituições e movimentos sociais.

O Seminário teve como propósito destacar os sujeitos que hoje constroem a agroecologia no Estado, divulgando as experiências agroecológicas de agricultores (as), técnicos (as), iniciativas dos movimentos sociais, Governo, dos resultados de pesquisas e de extensão desenvolvidas no âmbito da agroecologia. “O evento busca a importância da aplicação dos princípios e práticas agroecológicas para alcançar o desenvolvimento rural sustentável, a autonomia, segurança e soberania alimentar, além de condições sustentáveis para o planeta,” destacou José Maria saraiva, coordenador pelo CERAC da CPOrg/PI.

 

 

A programação contou com a realização de palestras, mesas-redondas, conferências, minicursos e a feira de sementes. O Fórum Piauiense de Convivência com o Semiárido levou sua experiência com as Sementes da Fartura, as sementes crioulas do Piauí. A oficina foi facilitada por José Maria Saraiva, coordenador do CERAC e pela comunicadora popular Paula Andreas. Outra experiência apresentada pelo FPCSA foi a de captação de água da Chuva para a Produção de alimento, facilitada por Genival Araújo e Alionardo Santiago da FETAG.

  

 

O evento também debateu em plenária com a participação popular a agroecologia no atual cenário político brasileiro. Laéticía Jalil da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) destacou a necessidade dos movimentos sociais criarem formas criativas de resistência.  “Essa narrativa hegemônica de leitura da realidade que hoje se apresenta não nos representa, porque não nos inclui, por isso precisamos criar formas alternativas de resistência”, disse.

 

   

 

Durante a manhã do segundo dia do evento foi realizado o 1° Encontro de Organizadores de feiras de base agroecológicas do Piauí. O momento foi rico em troca de experiências sobre as dificuldades e estratégias em todo o Piauí para manter e consolidar as feiras. Houve ainda, durante o Encontro, exposição e troca de sementes da Fartura e exposição de trabalhos acadêmicos sobre experiências no campo.

 

   

 Paula Andreas/Comunicadora Popular do CERAC/FPCSA

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