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Brasil

07/11/2018 ás 18h35

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Temer diz que convidou Bolsonaro para viagens internacionais antes da posse
Presidente fez pronunciamento no Planalto após se reunir com Bolsonaro e também disse ter pedido ao presidente eleito que informe projetos de interesse. Bolsonaro agradeceu.
Temer diz que convidou Bolsonaro para viagens internacionais antes da posse


A posse de Bolsonaro está marcada para 1º de janeiro, e o presidente eleito não informou se aceitará participar das viagens.




Temer fez um pronunciamento no Palácio do Planalto ao lado de Bolsonaro após eles se reunirem. O encontro marcou o início formal da transição de governo.




"Convidei o presidente Bolsonaro, se ele puder, para fazer viagens comigo para o exterior. Tenho viagens programadas, mencionei até o G20, será agora no fim do mês, não sei se o presidente poderá. Mas disse a ele que, quando ele queira, nós poderemos ir juntos para o exterior", afirmou Temer.




O G20, que reúne as 20 principais economias do mundo, acontecerá em Buenos Aires (Argentina) entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro.




Pela agenda, Temer também irá ao Chile no próximo dia 21 e à Cúpula Ibero-Americana, na Guatemala, entre os dias 15 e 16.


 



O presidente Michel Temerinformou nesta quarta-feira (7) ter convidado o presidente eleito Jair Bolsonaro a acompanhá-lo em viagens internacionais que fará até o fim deste ano.





A posse de Bolsonaro está marcada para 1º de janeiro, e o presidente eleito não informou se aceitará participar das viagens.




Temer fez um pronunciamento no Palácio do Planalto ao lado de Bolsonaro após eles se reunirem. O encontro marcou o início formal da transição de governo.




"Convidei o presidente Bolsonaro, se ele puder, para fazer viagens comigo para o exterior. Tenho viagens programadas, mencionei até o G20, será agora no fim do mês, não sei se o presidente poderá. Mas disse a ele que, quando ele queira, nós poderemos ir juntos para o exterior", afirmou Temer.




>>> Saiba mais abaixo o que disse Bolsonaro no pronunciamento




O G20, que reúne as 20 principais economias do mundo, acontecerá em Buenos Aires (Argentina) entre os dias 30 de novembro e 1º de dezembro.




Pela agenda, Temer também irá ao Chile no próximo dia 21 e à Cúpula Ibero-Americana, na Guatemala, entre os dias 15 e 16.



Desde os últimos dias, Bolsonaro tem defendido que a Câmara aprove ainda neste ano algum item da proposta de reforma da Previdência Social proposta pelo governo Temer.




"Pedi para o presidente eleito que nos mandasse eventuais projetos que estejam em andamento na Câmara e no Senado. O que houver interesse para ser aprovado, envidaremos todos os esforços para que sejam aprovados", disse o presidente.




Pronunciamento de Bolsonaro



 




No pronunciamento no Palácio do Planalto, Bolsonaro disse ter conversado sobre vários assuntos com Temer, "entre eles, obviamente, a governabilidade".




Na avaliação do presidente eleito, Temer está disposto a colaborar "com o que for possível" durante a transição.




 


"Manifestei a ele [Temer] que o procurarei mais vezes até o final do ano para que, juntos, possamos fazer uma transição de modo que os projetos de interesse do nosso Brasil continuem fluindo dentro da normalidade", declarou Bolsonaro.

 




À imprensa, o presidente eleito agradeceu a Temer pela "gentileza e a cortesia" durante o encontro, acrescentando que poderá procurá-lo novamente em 2019.




"Se preciso for, a partir do ano que vem, voltaremos a pedir agenda, porque tem muita coisa que continuará. O Brasil não pode se furtar do conhecimento daqueles que passaram pela Presidência. Isso será útil a todos nós", concluiu o presidente eleito.


 




O presidente Michel Temer e o governador eleito do Rio, Wilson Witzel. — Foto: Alan Santos/PRO presidente Michel Temer e o governador eleito do Rio, Wilson Witzel. — Foto: Alan Santos/PR

O presidente Michel Temer e o governador eleito do Rio, Wilson Witzel. — Foto: Alan Santos/PR





 



Temer com Witzel



 




Depois do encontro com Bolsonaro, Temer recebeu o governador eleito do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC).




Ao deixar a reunião, Witzel concedeu uma entrevista coletiva à imprensa no Palácio do Planalto na qual disse ter defendido a manutenção dos militares no estado para reforçar a segurança.




"A forma pela qual isso vai continuar pode ser intervenção, pode ser GLO. Vim trazer soluções para caso seja necessário interromper a intervenção, ter uma solução", disse.




Sobre a manutenção da intervenção federal no estado em 2019, o governador eleito disse que ainda não falou com Jair Bolsonaro sobre o assunto, mas espera a manutenção até dezembro deste ano.




"Não conversei com o presidente Jair Bolsonaro sobre isso. Vou conversar com ele. Primeiro vou decidir que será meu secretario de polícia civil, nós vamos extinguir a secretaria de segurança pública, o secretario de polícia militar, para que a gente possa fazer uma avaliação e aí sim até o final de dezembro levar uma posição para presidente eleito", disse Witzel.


 


Fonte: G1







 



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