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Luzilândia

01/11/2018 ás 22h24 - atualizada em 05/11/2018 ás 19h23

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Setor de Fisioterapia do Hospital Estadual de Luzilândia é alvo de críticas nas redes sociais
Segundo as denúncias, o setor de fisioterapia estaria defasado e deixando dezenas de pacientes sem atendimento na área.
Setor de Fisioterapia do Hospital Estadual de Luzilândia é alvo de críticas nas redes sociais
Foto: Divulgação

O Hospital Estadual Gerson Castelo Branco de Luzilândia, que atende a população local, assim como outros municípios da região e também do Maranhão, foi alvo de várias críticas essa semana nas redes sociais. Segundo as denúncias, o setor de fisioterapia estaria defasado e deixando dezenas de pacientes sem atendimento na área. Além disso, reclamações como mau atendimento e descaso por partes de funcionários somam ás críticas ao órgão de saúde.


Há alguns meses foi amplamente divulgado o convênio da Caixa Econômica Federal com o Governo do Estado do Piauí, por meio da Secretaria Estadual de Saúde, da liberação de R$ 4 milhões para ampliação e reforma do hospital.   Os recursos visam à compra de equipamentos e melhoria da estrutura dos hospitais do Estado. São R$ 1,489 milhão para ampliação e R$ 2,511 milhões para reforma da Unidade de Atenção Especializada em Saúde do Hospital de Luzilândia.



Sem reforma até o momento, os aparelhos do setor de fisioterapia, segundo as denuncias, estariam sem funcionar e a demanda de atendimento se acumulando.


A Diretora do Hospital, Renata Fenelon, foi procurada pela reportagem do Clica Luzilândia, e confirma as informações, mas segundo ela, as postagens não comungam com a verdade, visto que os problemas nos aparelhos se deram há cerca de duas semanas. Segundo ela, ocorreu um problema em um dos aparelhos de ultrassom e também na lâmpada do aparelho de infra vermelho e nos cabos dos “Tens”,  um aparelho usado para analgesia, alívio de dores, mas todos esses já foram encaminhados para a assistência técnica em Teresina, e a previsão é que chegue nos próximos dias. Enquanto isso, o setor busca, na medida do possível, atender a demanda que chega ao Hospital.


Sobre demanda, Renata Fenelon também confirma a informação. “O problema da demanda é realmente muito grande. Em média 600 atendimentos por mês. Se o Centro de Fisioterapia do município funcionasse como deveria, não teríamos esse problema de super lotação e lista de espera.”, diz.


Tentamos entrar em contato com a Seceraria de Saúde para comentar o que pontuou a diretora do Hospital sobre o setor de fisioterapia do município, mas não fomos atendidos e nem obtivemos retorno. O espaço da matéria fica em aberto para quesiquer colocação do município.


Fonte: ClicaLuzilândia

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