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Luzilândia

09/10/2018 ás 12h15 - atualizada em 09/10/2018 ás 12h27

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Servidores da Educação paralisam atividades e denunciam irregularidades em seus pagamentos
Além dos salários pagos fora da data prevista, eles também denunciam a falta de repasse aos bancos dos empréstimos consignados descontados em folha.
Servidores da Educação paralisam atividades e denunciam irregularidades em seus pagamentos

Servidores da educação do munícipio de Luzilândia paralisaram os trabalhos  nesta terça-feira (09) e foram às ruas em manifestação contra o constantes atrasos de seus salários. Além dos salários pagos fora da data prevista, eles também denunciam a falta de repasse aos bancos dos empréstimos consignados descontados em folha, que sujam o nome dos professores junto aos órgãos de proteção ao crédito.


Dos cerca de cem servidores presentes na manifestação, 12 afirmaram estar como nome sujo no SPC, quando questionados. O mês de setembro, por exemplo, deveria ser pago até o quinto dia útil do mês, com o feriado das festividades de São Francisco, os professores deveriam receber seus proventos na data de ontem, mas até o fim da manhã desta terça, não havia nada em suas contas bancárias.


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“Os atrasos dos nossos pagamentos geram juros nas contas que precisamos pagar. Os professores que não estão aqui por falta de coragem de mostrar a cara, sabem disso. Os comerciantes também sabem, porque eles também são prejudicados com essa situação”, destacou Nonato Nunes, presidente do Sismel.


O representante do Sindicato disse que vão recolher as multas de juros nos boletos dos servidores para entrar na Justiça contra a Administração.


O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais da Educação de Luzilândia (SISMEL), professor Nonato, também afirma que o sindicato não aceitará o rateamento do pagamento de servidores.  “Não é aceitável alguns servidores receberem e outros não. O Sindicato trabalha em nome de todos, ou paga todo mundo, ou não paga ninguém”, disse.


O Professor destacou que enviou um ofício no dia 28 de setembro pedindo audiência com a Administração, para que essa ouvisse os anseios da classe. No ofício também foi colocado sobre a manifestação que aconteceria hoje. “Deixamos passar as eleições para que não desclassificassem nosso movimento como algo partidário. Essa paralisação só está acontecendo porque eles não nos tenderam, ontem ainda corri atrás na prefeitura para saber a situação, mas não fui atendido”, contou.


Jornalista Paula Andreas/ Clica Luzilândia

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