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Política

03/09/2018 ás 00h17 - atualizada em 05/09/2018 ás 00h17

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Kátia Abreu: se eu fosse vice, Dilma não teria sofrido impeachment
Senadora foi ministra de Dilma Rousseff. Vice de Ciro participou do Central das Eleições.
Kátia Abreu: se eu fosse vice, Dilma não teria sofrido impeachment

A candidata a vice-presidente na chapa de Ciro Gomes, senadora Kátia Abreu (PDT), disse que Dilma Rousseff não teria perdido o cargo de presidente da República, caso tivesse tivesse sido escolhida vice no lugar de Michel Temer.


“Se eu tivesse sido vice de Dilma, ela não teria perdido a Presidência da República porque eu não teria sido desleal”, afirmou.


A candidata foi questionada sobre estar preparada para ser vice. Ela já demonstrou aspirações de ser presidente da República.


Kátia abreu disse que não dá para planejar a Presidência da República como destino. Ela afirmou que 1 governo sólido tem que ter 1 vice leal. “Eu acho que o Brasil precisa ter segurança com um vice que tenha caráter”, disse.


A senadora e ex-ministra da Agricultura foi a 1ª convidada da série de entrevistas que a GloboNews vai fazer com os candidatos a vice. Ela esteve no programa nesta 2ª feira (3.set.2018).


Saída do PMDB


A senadora ainda disse que 1 dos motivos de ter sido expulsa do MDB foi ter votado contra a reforma trabalhista. A senadora lembrou do fato ao ser questionada sobre o posicionamento em relação ao trabalho escravo.


A candidata a vice foi contra a publicação da chamada “lista suja do trabalho escravo”, do Ministério do Trabalho e Emprego. O documento mostra empregadores autuados em fiscalizações por manter trabalhadores em condições análogas à escravidão.


 


“A lista é uma condenação antecipada, na minha visão. A divulgação apedreja 1 cidadão que não foi sequer denunciado”, disse. De acordo com ela, “ninguém aprova o trabalho escravo”.


Embate com jornalistas


A entrevista teve momentos de embate direto entre Kátia Abreu e os jornalista. Questionada sobre jornada exaustiva pela jornalista Andrea Sadi, a senadora respondeu:“Quantas horas você trabalha quando a sessão no Congresso vai madrugada a dentro? Jornada exaustiva é a mesma coisa para qualquer trabalhador, que não podem ser escravizadas nem pela imprensa e nem pela Globo”, disse.


Sadi reafirmou que estava falando de trabalho escravo e a jornalista Miriam Leitão interrompeu: “A gente não tá sob risco de trabalho escravo. Não se preocupe com a gente”, afirmou Miriam Leitão.


Entrevistas


Ainda devem comparecer no Central das Eleições:




  • 3ª feira (5.set): Ana Amélia (PP), da chapa com Geraldo Alckmin (PSDB);





  • 4ª feira (6.set): Eduardo Jorge (PV), da chapa com Marina Silva (Rede);





  • 5ª feira (7.set): Fernando Haddad (PT), da chapa com Lula (PT);





  • 6ª feira (8.set): general Mourão (PSL), da chapa com Jair Bolsonaro (PSL).




Fonte: PODER 360
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