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Legislativo Municipal

22/08/2018 ás 11h25 - atualizada em 24/08/2018 ás 12h59

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Veja como foi a sessão da Câmara de vereadores na ultima sexta-feira (17)
Na segunda sessão do semestre não foi apresentado nenhum projeto de Lei ou requerimento, com a maioria da situação presente e apenas um vereador de oposição, a sessão serviu, basicamente, para que a líder do Governo defendesse esse..
Veja como foi a sessão da Câmara de vereadores na ultima sexta-feira (17)

A sessão da Câmara Municipal de Vereadores da ultima sexta-feira (17) contou com a presença de seis dos onze vereadores. Na segunda sessão do semestre não foi apresentado nenhum projeto de Lei ou requerimento, com a maioria da situação presente e apenas um vereador de oposição, a sessão serviu, basicamente, para que a líder do Governo na Câmara respondesse as acusações feitas na ultima sessão à gestão municipal.


No Pequeno Expediente, momento em que os vereadores podem apresentar breves comunicações ou comentários sobre as matérias apresentadas no tempo de cinco minutos, apenas a vereadora Morgana Marques se pronunciou. Em discurso breve ela usou a palavra para exaltar a responsabilidade do vereador. “O legislador não só fiscaliza pra anarquia ele fiscaliza com responsabilidade, hombridade, pra trazer o município para o caminho certo”, disse.


No Grande Expediente a líder do governo na câmara rebateu as críticas feitas na sessão passada pelos vereadores de oposição ao micro-ônibus que estaria parado há mais de três meses na garagem da Prefeitura, e que deveria está à serviço da saúde. De acordo com Morgana, o veículo estaria parado devido um erro na Nota Fiscal, que identifica o veículo com cor amarela, mas o veículo é de cor branca e também o chassi errado. Segundo a vereadora, após ser feito a solicitação para reparar os erros, o Chassi veio correto, mas a cor continua errada. “Se o carro estivesse trafegando ilegalmente, isso sim seria irresponsabilidade”, disse a vereadora.


A vereadora Morgana Marques também falou sobre a discussão que houve na sessão passada entre a vereadora Nazinha, presidente da casa, e o vereador Fernando Aguiar. Segundo a vereadora Morgana, o vereador de oposição foi infeliz ao faltar, segundo ela, com o decoro parlamentar. “Eu não poso tratar a presidente e vereadora como mãe do prefeito, tenho que tratar com excelentíssima senhora presidente, senhora vereadora. (...) Aos erros do prefeito ou acertos que se dirija a presidente como legisladora e não como mãe”, disse.


O vereador Betim também usou a tribuna no segundo expediente para exaltar seu compromisso com aquela casa e com o povo. Ele justificou sua falta na ultima sessão e pediu compreensão nos possíveis atrasos do mesmo nas sessões, devido ser o único vereador que mora distante do distrito de Luzilândia, isso pode ocasionalmente ocorrer.


A vereadora Gilmara do Napoleão usou a tribuna para pedir providências sobre o trânsito caótico da Rua João Carvalho, seguindo pela rua lateral ao Banco do Brasil. Segundo a vereadora já aconteceu inúmeros acidentes naquela região e há muitas reclamações. A vereadora disse que houve a sugestão e ela mesma procurou alguns motoristas para sugerir que esses veículos fossem colocados na antiga rodoviária, no entanto, alguns motoristas alegaram que as mercadorias dos passageiros poderiam ser roubadas.


Segundo a vereadora Gilmara uma solução seria colocar os guardas de trânsito para fazer a fiscalização e organizar o trânsito naquela região, seguindo pelas ruas de entorno ao mercado, até a loja Santa Variedades.


O assunto trouxe à pauta a municipalização do Trânsito em Luzilândia, que foi bastante discutida e implantada na gestão passada. Os vereadores confessaram não saber em que situação se encontra hoje essa discussão. Também veio à pauta a Audiência Pública ocorrida em Luzilândia sobre a Segurança Pública, com a presença de autoridades locais e Estaduais, entre elas, a deputada Janainna Marques e o Secretario de Segurança na época, Fábio Abreu.


Morgana Marques cobrou os 100 mil que havia sido prometido pela Deputada para instalação de câmara de segurança. O vereador Betim lembrou que para que houvesse o repasse do recurso, seria necessário o projeto, mas segundo a vereadora Gilmara Gil o projeto foi apresentado.


A vereadora Morgana voltou a usar a tribuna para relatar que hoje o município tem 17 médicos pagos sem atrasos, 12 PFS, no NASF têm urologista, ginecologista, ortopedista, clinico geral e neuropediatra, que foi contratado a partir de um diagnóstico feito na cidade, onde foi detectado o auto indicio de autismo. “E hoje não tem médico ganhando 30 mil reais, como o esposo da ex-deputada, ganhava (...)”, disse.


A vereadora falou ainda das ações da Secretaria de Saúde junto ao Governo Estadual e Federal na distribuição de cadeiras de rodas, de banho, motorizadas, aparelhos auditivos, botas ortopédicas, próteses. “Não é uma ação só do município, mas esse precisa buscar (...) quantos pedidos de cadeiras de rodas encontramos engavetados na Administração passada, que era o próprio Alderico Tavares que era secretário, mais de mil pedidos”, contou.


A vereadora Morgana cobrou ainda que os documentos da Câmara, ao serem retirados do recinto pelos vereadores para fazer xerox, que houvesse o acompanhamento de um funcionário da casa. Segundo a vereadora, isso garantiria que nenhum desses documentos fosse perdido neste processo, “aqui nessa casa tá saindo documento e pode não esta voltando, por isso, que as peças podem está faltando,” disse.


O restante da sessão foi dedicado a comentários sobre a postura dos vereadores, sobre as críticas à gestão e a necessidade de respeito entre os legisladores. Em uma de suas falas, Morgana diz que os vereadores de oposição acusam o prefeito de cometer improbidade administrativa, mas aquela casa legislativa também já cometeu.


Participaram dessa sessão os vereadores Nazinha (PTC), Gilmara Gil (PTB), Junior Ema (PSL), Morgana Marques (PSB), Betim (PTB), Zé Nilton (PTB). Os vereadores João Filho (PP) e Fernando Aguiar (MDB) chegaram a ir a sessão, mas devido o atraso de alguns vereadores, necessários para dá quórum e iniciar a sessão, e acreditando que essa não ocorreria, os vereadores de oposição foram para casa.  


Fonte: ClicaLuzilândia/ Coluna Legislativo Municipal

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