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Piauí

25/07/2018 ás 22h56 - atualizada em 25/07/2018 ás 23h35

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Redação

Luzilândia / PI

Com quase 50 dias da greve dos professores, ano letivo pode ser anulado no Piauí
A falta de aulas por mais tempo pode impossibilitar a reposição da carga horária neste ano, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Piauí.
Com quase 50 dias da greve dos professores, ano letivo pode ser anulado no Piauí
Servidores da educação decidem continuar greve no Piauí. (Foto: Divulgação/Sinte-PI)

O ano letivo pode ser anulado no Piauí devido a greve dos professores, que completa 47 dias nesta quarta-feira (25). A categoria busca reajuste salarial de 6,8% e 3,95% para docentes e funcionários de escola, respectivamente, ao invés dos 2,95% concedidos pelo governo do estado. A falta de aulasdurante o impasse pode impossibilitar a reposição da carga horária neste ano, de acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Piauí (Sinte-PI).





Procurado pelo G1, o governo do estado afirmou que o reajuste concedido aos servidores foi o máximo permitido por lei em ano eleitoral, em que não é permitido aumento acima da inflação.




“Corre o risco de termos o período letivo declarado como perdido, porque se continuar como está não vamos ter dias letivos o suficiente para compensar os dias de greve. Então não vai ter como cumprir com a carga horária e é por isso que a gente quer que a Justiça se manifeste, já que o governo não o faz”, informou o vice-presidente do Sinte, Kássio Lages.







 

Categoria decidiu continuar a greve em uma após assembleia geral. (Foto: Divulgação/Sinte-PI)Categoria decidiu continuar a greve em uma após assembleia geral. (Foto: Divulgação/Sinte-PI)



Categoria decidiu continuar a greve em uma após assembleia geral. (Foto: Divulgação/Sinte-PI)






A classe quer que a justiça determine o cumprimento do acordo judicial firmado com o governo do estado. No acordo ficou definido reajuste de 6,81% para professores e 3,15% para funcionários. O governo, no entanto, pagou 2,95%, o que levou à insatisfação da categoria, que decidiu pela cessação coletiva e voluntária do trabalho.




A última assembleia da categoria ocorreu na terça-feira (24), onde foi decidido dar continuidade à greve. Os trabalhares da educação planejam uma nova reunião para decidir sobre o movimento no dia 1º de agosto.






“Antes disso vamos percorrer a cidade entregando à população uma carta com nossas pautas. Porque não é só sobre valorização profissional, é preciso também de estrutura nas escolas e que o transporte escolar funcione, por exemplo”, finalizou Kássio Lages.


Fonte: G1





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