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Piauí

10/04/2018 ás 20h56 - atualizada em 10/04/2018 ás 21h12

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Mais de 200 famílias estão em abrigos por causa de alagamentos no Piauí
Nesta quarta-feira (11), uma equipe da Secretaria de Saúde do Estado vai percorrer os municípios atingidos pelos alagamentos onde montará uma operação para vacinar as pessoas.
Mais de 200 famílias estão em abrigos por causa de alagamentos no Piauí
Foto: Divulgação

O inverno rigoroso já forçou mais de 200 famílias a deixarem suas casas no Piauí. Até a manhã desta terça-feira (10), segundo a Defesa Civil do estado, 237 estavam em abrigos públicos. A situação é mais grave nos municípios de José de Freitas, Barras e Cabeceiras.


“Além do apoio com local para as famílias ficarem, estamos distribuindo cestas de alimento e os kits de ajuda humanitária. Estamos trabalhando para manter estas pessoas em local seguro”, disse o diretor da Defesa Civil estadual, Vitorino Tavares.


Nesta quarta-feira (11), uma equipe da Secretaria de Saúde do Estado vai percorrer os municípios atingidos pelos alagamentos onde montará uma operação para vacinar as pessoas. A Sesapi informou que um plano de ação será apresentado.


Em José de Freitas, desde domingo o Governo do Estado, através de órgãos como o Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Idepi, Seinfra, Defesa Civil, Segurança Pública, além do Exército, trabalham na região adotando medidas para evitar o rompimento da barragem do Bezerro, que apresenta um vazamento na parede. Um canal foi feito para ajudar a diminuir o nível de água do reservatório. A população ribeirinha está sendo retirada das áreas de risco.


O governador Wellington Dias fará uma vistoria na região da barragem por volta das 8h desta quarta. Ele também visitará a Escola Municipal Agripino Portela - onde algumas famílias de José de Freitas estão alojadas. 


No começo da tarde, o governo do estado decidiu enviar 150 homens da Polícia Militar para auxiliar nos trabalhos da Defesa Civil na região de José de Freitas. Em Barras, Esperantina e Batalha, a preocupação é com a cheia dos rios Marataoan e Longá. 






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Fonte: Hérlon Moraes/Cidadeverde

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