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04/04/2018 ás 20h51

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Redação

Luzilândia / PI

Chuvas contribuem para aumento de conjuntivite e médico aponta cuidados
Tendo em vista que o surto é do tipo viral, o oftalmologista lembrou que a facilidade de contágio é alta e que exige cuidados minuciosos.
Chuvas contribuem para aumento de conjuntivite e médico aponta cuidados
Conjuntivite viral (Foto: Reprodução/Internet)

O período chuvoso é sempre um motivo para o surgimento de doenças, a exemplo da conjuntivite viral. Em Teresina, nos últimos meses o número de pessoas é crescente com o problema. O oftalmologista Fábio Marcos do Hospital de Urgências de Teresina (HUT), alertou para os sintomas e cuidados.



“Houve realmente um aumento considerável de conjuntivite viral em Teresina, e observamos nos últimos anos que ela tem um caráter sazonal. Há uma expectativa para esse período chuvoso de aumento no número de casos”, informou o especialista.



SINTOMAS 
Fábio Marcos alerta para as situações em que o paciente passa a sentir os olhos coçando, dificuldades para abrir os olhos ao acordar, dores nos olhos quando expostos à claridade, e a sensação de areia nos olhos. Além, é claro, da vermelhidão.


PRECAUÇÕES
Tendo em vista que o surto é do tipo viral, o oftalmologista lembrou que a facilidade de contágio é alta e que exige cuidados minuciosos. “A conjuntivite viral é de fácil contagio, e muitas vezes estar próximo de quem a tem, tendo ali o contato com a gotícula da saliva, você acaba adquirindo. É necessário a higienização do local, o uso de máscara para proteger quem está com o problema e as outras pessoas ao redor; quem reside com muitas pessoas deve ficar atento com os objetos; e sempre fazendo higienização no local com soro fisiológico e gases”, disse.


USO DE REMÉDIOS
Questionado sobre o uso de algum medicamento, Fábio Marcos recomendou a principio uma consulta médica com um clínico geral. “É preciso um exame minucioso para saber a natureza da conjuntivite. Então é aconselhável ir a um clinico geral para um primeiro atendimento, e na dúvida ele encaminha a um especialista”, pontuou o médico, lembrando que no HUT, há 24 horas na urgência e emergência, atendimento na área de oftalmologia.


Por não se tratar de uma doença de notificação compulsória, a Fundação Municipal de Saúde (FMS), informou à reportagem que não há dados sobre os casos. Segundo a assessoria, “o que se observa é um aumento de procura com os sintomas”.


Fonte: Oitoemeia

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