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27/06/2017 ás 08h11 - atualizada em 01/07/2017 ás 18h21

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Edição Paula Andréas

Luzilândia / PI

Ex-prefeito de Luzilândia José Aguiar Marques é condenado a 2 anos de prisão
Na mesma ação foram condenados Mário Dias de Oliveira e Francisco José da Silva, a 2 anos e 6 meses e a 2 anos de prisão, respectivamente.
Ex-prefeito de Luzilândia José Aguiar Marques é condenado a 2 anos de prisão

O ex-prefeito de Luzilândia, José Aguiar Marques, irmão do deputado Ismar Marques (PSB), foi condenado pela Justiça Federal a 2 anos e 8 meses de prisão acusado pelo Ministério Público Federal de desenvolver clandestinamente atividades de radiodifusão. A sentença foi dada em 14 de junho deste ano pelo juiz Francisco Hélio Camelo Ferreira, da 1ª Vara Federal da Seção Judiciária do Piauí, que converteu a pena privativa de liberdade em restritiva de direitos na modalidade de prestação de serviços à comunidade ou entidade publica a ser designada pelo juízo da execução, consistente na atribuição de tarefa gratuita ao condenado peloprazo de 970 horas.



Na mesma ação foram condenados Mário Dias de Oliveira e Francisco José da Silva, a 2 anos e 6 meses e a 2 anos de prisão, respectivamente.



Entenda o caso



De acordo com o MPF, no decorrer de ação de fiscalização ocorrida em 24 de março de 2009, os técnicos da Anatel constataram o funcionamento de uma estação de radiodifusão (Rádio Luzilândia FM) sem autorização do Ministério das Comunicações. Na ocasião houve impedimento a fiscalização dos agentes, os responsáveis pela emissora tomaram conhecimento da presença da fiscalização e desligaram o equipamento transmissor, razão pela qual os fiscais não tiveram acesso as instalações da emissora, nem conseguiram manter contato com os representantes. Contudo a transmissão clandestina já havia sido caracterizada, conforme demonstra o espectrograma, dando conta da radiodifusão sonora em frequência modulada.



Ouvido em inquérito, Mário Dias informou que no ano de 2014 foi procurado pelo prefeito José Marques para que fundasse uma associação a fim de incorporar a rádio já existente de propriedade dele, cuja autorização havia sido indeferida em função da potência exceder o limite legal, acrescentando ainda que em 2005 as atividades da rádio foram encerradas pela Anatel, sendo reaberta e voltando a operar clandestinamente. Em novo depoimento, Mário confirmou que assumiu o controle da rádio até a interrupção dos serviços pela Anatel em dezembro de 2005, sendo que a retomada das atividades deu-se sob a administração de Francisco José da Silva, o conhecido “Chico Candinho”.



Fonte: Gil Sobreira / GP1


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